Monthly Archives: Fevereiro 2009

Ps: Shopping e Bairro Alto

Ontem andei de manga curta em Londres. Estava um sol que me enchia os olhos. Corri de manha e dancei num parque que descobri aqui perto de casa. Dancei mais um pouco em casa e abalei – significa ir –  para Bromley aproveitar o lindo dia. Grande compras que fiz; se pudesse, mostrava-vos tudo o que comprei. Ora, passo a citar, uma saia preta – Pepa, acho que tens uma muito parecida – umas calcas pretas, tipo aladino, umas sandalias de cunha azuis e um vestido super fofo tipo Katty Power. Fiquei a casa, li, dancei mais um pouco e vi o Slumdog Millionarie – adorei o filme. 

[Era so para partilhar o meu estado de espirito]

Esta manha, de volta da minha corrida fui dar conta do que se passa no mundo luso, li esta reportagem no Publico . A minha frase favorita ‘e: “Toda a gente sabe que as zonas onde são proibidos são as preferidas de quem os faz. Ou seja, ao querer reprimir-se, está-se a convidar.” 

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Alexander Mcqueen – Spring 01

 

[Vejam o video]

 

 

Could a colour be completed? Could a dress doesn’t express everything that it wants to say?  

The room is a glass square and women are coming in. Deaf women; they doesn’t listen what is happening. What is happening with them? Why don’t they have control on themselves? Crazy deaf colours almost fall on the catwalk. Their brains are all the same: confuse, compressed, crazy. The colours presented by Alexander Mcqueen look deficient. Beige, grey, dirty white, black, clear pink, green that can be brown. All the tones aren’t strong enough; it’s missing something. Too different blazer: from the girl that miss her soldier, from the lady that is betrayed or from the depressed mum that everyday leaves her children on the school. They do not have colour on their faces; more white, less healthy.

You know what when someone does not have the five feelings well they improve the other? If a dress/person isn’t completed, it will try to find what is missing. Here, because they are deaf, they are looking for the public; their hands are trying to finger what their ears can’t listen.

More than a runway with basic clothes, the show of Alexander Mcqueen is a representation of insanity, of something that is appealing to be completed. And those models are calling to the opinion of the assistance. The colours are almost death; they don’t have life and the suits are simple and, at the same time, extremely made. Silhouette after silhouette, the pieces are disconnected because we can see a clear pink suit and on the next minute a hat with ships absorbs the square. Alexander took them the earing and the fits don’t have a line of connection. Something is missing; the five feelings aren’t working well and in the end the insanity has to stop. And, so that is: in the last minute all the lines, the colours and the feelings are together and a small glass showcase explode and the music begins.

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Rewind 1950

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[June, 1950]

Para finalizar o ciclo Black and White. Sugestoes para a proxima semana?

[Post 100]

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London Fashion Week

[Como ‘e que eu vou explicar isto sem ferir susceptibilidades? Eu fui ‘a London Fashion Week no dia 24 de Fevereiro]

Picadilly Line. Depois de Hyde Park, depois de Green Park. Escondida. Entre o Museu da Ciencia ou da Historia Natural esconde-se a tenda da London Fashion Week. 

Atraves da minha amiga Sara, a designer de acessorios Fred Butler fez o obsequio de me dar o pass dela para eu poder entrar no recinto; nao tive acesso aos desfiles mas apenas ‘a parte das exposicoes. Um sorriso nos labios na mesma.

[Este post vai ser muito descritivo e pouco emocionante, mas continue a ler porque vale a pena]

O ambiente ‘e calmo; quase tranquilo. Por ter trabalhado no Gabinete de Imprensa da ModaLisboa-Estoril na ultima edicao, tenho inevitavelmente um modelo de comparacao bastante real. A logica ‘e basicamente a mesma: um pavilhao de abertura com as marcas patrocinadoras e um espaco dedicado ‘as novas geracoes – Sangue Novo, no caso portugues. A unica diferenca aqui ‘e a quantidade e a dimensao. Aqui, tudo ‘e mais e maior. 

[Nao fiquem desiludidos]

No London Fashion Week nao ha um espaco de apresentacao, mas sim quatro – todos eles do tamanho da sala de apresentacao da ModaLisboa. Enquanto aguardam pelos desfiles, as pessoas passeiam pelos muitos expositores.Nao ha muita gente. Muito tranquilo.

[Tive varias vezes a menos de 3 metros do Kanye West]

O encanto da London Fashion Week ‘e o street wear. Enquanto em Lisboa vemos pessoas aperaltarem-se para ir a um espectaculo de Moda – em vez de pensarem que vao a uma amostra de arte – em Londres vemos pessoas enfeitadas da mesma forma que vao trabalhar. Facilmente, os olhos se fecham e  qualquer imaginacao diminuta transporta aquelas pessoas para o metro, para o seu escritorio ou para onde quer que trabalhem. ‘E incrivel a naturidade como cada um veste o que lhe apetece. A Moda ‘e feita na rua. 

[Sim, eu sei que nao vi o mais magico, os desfiles, mas mesmo assim, a Moda esta na rua. Ainda temos tanto a aprender.]

Levo-lhes um pouco do mundo londrino. Mostro-vos o que os meus olhos viram durante um dia:

London Fashion Week




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On the street… Science Museum

india

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Rewind 1964

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[White is the new Black,

January, 1964]

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On the street… Madame Tussauds

justinblackandwhite

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