Tag Archives: Addicted!

A Colourful Weekend

Put some colour in your weekend, and please, try to have some fun. 29m

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Issue of the [middle] week

[I felt in love with those Melissas when I was at London Fashion Week. I really wanted / Nunca mais as vi.

[ Adoro-as de paixão e quero-as com muita força. Pode ser a prenda nº2 do Dia da Criança. Esta semana pode-se pedir. Muitas. Peçam muitas.]

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Addicted!

“Dressmaking is the architecture of movement.”

Pierre Balmain
[É a Balmainia. Por todo o lado. Ora, a jovem Rihana, ora Beyonce. Todas e todos. O francês colou-se às pernas delas e aos ombros. Não larga. E não é que fica bem? ]
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Look of the Week: Dresses!

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[I’m F***ing in Love with Dresses]

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Addicted!

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Há pouco tempo havia um música que dizia “Leoa, tigresa, minha deusa, você me conquistou – Leoa – Leoa, tigresa, minha deusa, você mim conquistou”. Há coisas que me conquistam mais que outras; leia-se coisas: cores, padrões, cheiros, feitios ou homenzarrões.

A temática da selva urbana não é novidade. Zebras em formato de jump suit andam pelas avenidas em cima de botins pretos de 12 cm; patas de leopardo envolvem pescoços em finais de Primavera; tigres de mão saltitam nas horas de almoço quando se lhes procuram uma dezena de coisas. O eterno padrão selvagem de Roberto Cavalli está na moda como nunca. E eu ando completamente viciada nele: em lenços para o cabelo, coletes, tops, cachecois. Enfim, I’m the queen of the jungle!

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Addicted!

blazer1

 O que é meu é meu, o que é teu é meu. O homem usa uma espécie de blazer ainda Portugal era Condado Portucalense; na altura variavam um pouco na cor, indo aos brancos, cinzentos e amarelos, depois prenderam-se aos pretos e castanhos e agora vemos bonitos blazer da cor da relva ou do azulão do final de noite. Sempre com chumaços imponentes e uma altura minima pela coxa, os blazers sempre foram peças de vestuário marcadamente masculinas – há dúvidas disso?

Pois mas também as calças o eram, exclusivas e só deles. Tudo começou com a I Guerra Mundial – além de gerar dinheiro, o único efeito positivo das guerras é a mudança no vestuário feminino – eles foram-se embora de casa para proteger a pátria de homens maus e elas sozinhas e indefesas tiveram que começar a gerir a casa e isso, claro está, significava a gestão plena do assunto: arranjar comida, limpar as casas, parir os filhos, trabalhar, vestirem-se a elas e às 5 ou 6 crianças que viam nascer. Ultrapassados todos os contratempos – crianças satisfeitas, casa limpa, e roupa no coiro – eles voltaram, uns vencedores outros mortos. Ora, depois de um passo tão grande qual mulher queria voltar a ter meia dúzia de tarefas depois de ter conseguido fazer quase tudo? Quase-nenhuma.

E de todas coisas que ela melhor fez foi alargar o seu guarda-roupa. Vestiu as calças para ir trabalhar nas fábricas – passou a ser o colarinho-azul – e os blazers, olhe era para quando lhe apetecesse fumar o primeiro cigarro. Aos poucos e poucos o que era dela, era dela e o que era dele, era dele. Muita década passou (mais do que uma mão cheia) e agora as pessoas, elas, andam viciadas na roupa deles.

Blazer compridos, com duas voltas em cada manga, por cima de saias pretas – à lá Gwyneth Paltrow – ora por cima de calças de ganga, ora ainda por cima de curtinhos vestidos. É quase tudo permitido…

 

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