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Lx in Brown

Em Lisboa tudo se acastanha estes dias. Do vestuário das senhoras para o fruto seco dos becos lisboetas.

Em Lisboa o castanho acastanha as ruas e as pessoas. E os becos que vendem o fruto seco.

Em Lisboa, de castanho, as pessoas fazem fila para comer o fruto seco, quente e castanho, que teima em acastanhar-nos a todos.

 Em Lisboa acastanham-se as roupas quase castanhas que passam nas botas, nas malas e nas luvas e nos cheiros do fruto seco queimado que fica quando passamos nos becos. Antes do Inverno chegar Lisboa anda a acastanhar-se mais do que nunca.

 

 

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Best of London

Katie e Rose

In London we speak the english language. So, in London you should be a london citizen. Besides the London look and the power of streetstyle, I honestly thing that LFW hasn’t the best catwalk ever, but anyway, I loved it for the next sesson. 

House of Holland: the biggest surprise. The colours, the funny collection, the desire to wear. The rest – Matthew, the Miller’s sisters, Vivienne and so long were the same as always. The Burberry show was a good refresh, well done!

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Tal como em Roma se é romano, em Londres há-que interiorizar o espírito da coisa. Além da diversidade fabulosa de streetstyle que podemos encontrar ao longo de Oxford Circus, Trafagar Square, Covent Garden ou em Portobello Road, a verdade é que a passerelle não é das melhores. Nem das mais entusiasmante. Nem das mais apaixonantes. Abaixo aquilo que mais me apraz para a nova estação de calor (que ainda não foi).

House of Holland: Curiosamente a melhor surpresa. Um bom jogo de cores, uma colecção engraçada e com uma estranha vontade de usar. O resto – Matthew, aborrecido, as manas Miller, previsiveis e igualmente aborrecidas e a tia Vivienne também não foi fantástica. A refrescar o cunho conversador e eternamente inglês, a Burberry, fantástica. Bem jogado!

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House of Holand

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Vivienne Westwood

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Matthew

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Twenty8Twelve

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Burberry

Images: Style.com

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On the street.. Iceborg

stenciliceborg

[Ontem. Bairro Alto. Quando estou doente tenho esta cara]

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On the street.. Go shopping, go

goshopping

[Bairro alto, ontem]

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On the street… Sky-moto

motaazul

[Lloret de Mar, Março 2009]

Há pormenores fantásticos, não há? 

Ainda não tinha escrito sobre a minha temporada em Espanha. Foram dias engraçados com mais chuva do que o desejado mas foram dias intensos, com dias e noites recheadas. Para quem não conhece, Lloret é uma pequena vila à beira-mar com duas grandes avenidas perpendiculares (peça desculpa pelo retrato micro) cheias de bares e de lojas com souvenir espanhois e óculos de sol a 5€ (um paraíso para quem faz colecção de óculos como eu). No entanto, por ser uma terra que vive para as férias da Páscoa dos 10 mil finalistas (só portugueses) que para lá fogem durante esta temporada, têm alguns detalhes interessantes.

Este mimo de motociclo foi um deles.

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Street Art

grafiitinao1

[Barcelona, Abril 2009]

Provavelmente desde sempre. A moda faz-se na rua. É na rua que se vive, que se movem, que se pintam. Da rua saltam para as passerelles, para os editoriais de revista ou para as telas de cinema. As cores, as letras gordas e sombreadas; há grafittis inquietantes, incrivelmente reais ou irrealmente fantásticos. É mais uma arte de rua.

Agora vêem-se em t-shirts de cores amarelas, verdes ou laranjas – todas vistosas e garridas – peças de roupa personalizadas por amigos designers ou estampadas de uma foto tirada num muro perdido. Os ténis clássicos da Nike ou da Adidas também têm sido um alvo privilegiado desta onda street. Os vintage casacos da Adidas com as risquinhas laterais voltam a ser vendidos não só como peça de vestuário desportivo mas também como adereço de dia-a-dia.

Em Portugal, diz quem fez parte do movimento, os grafittis foram impulsionados pelo partido político MRPP – na altura formado por vários jovens, alguns deles dirigentes europeus neste momento – que pintava mensagens contra a ditadura Salazarista nos muros em Alcântara. Actualmente, esta vaga do street é encontrada nos grandes centros urbanos, mas por todo o lado já se vai vendo outra um par de tenis da Reebok old school ora uma t-shirt do SuperMario em grafitti (não foi vista, foi imaginada).

A arte que é feita nas ruas é livre e descomprometida. É movel e sem-abrigo. É deixá-la andar e ir copiando as melhores linhas para o nosso guarda-roupa.

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On the street… amazing art

barpeixe

[Lloret de Mar, Março 2009]



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